 |

|
» o banheiro
» 1 poema
» 2 poemas
»
um gim em ipanema
»
thriller
»
saiba
»
ironia
»
dez reais
»
reza
»
fragile, de jean paul gaultier
»
cabeça de cavalo
»
o violino
» matador
» festa
» convite
» gol
» liberdade
» bleu, blanc et passion
» sistema
» o último beijo
» delicadezas
» o inocente
Dominique Lotte (Shangai, 1928). Mãe francesa, pai
russo, cursou o liceu francês à beira do Rio Yangtze, fugiu
dali com os pais em 1935, para Paris, onde continuou os
estudos. Antes da ocupação alemã, refugiaram-se em Biarritz,
depois mudaram-se para Barcelona, depois Lisboa, e
dali, num avião da Panair, aterrissaram em Londres, onde
passaram o resto da guerra. Em 1946, ingressou na Universidade
de St. Mary, em Oxford. Formou-se em Letras. Os pais faleceram
num desastre de automóvel em 1950. Apaixonou-se por um
brasileiro e fixou residência no Rio de Janeiro em 1955.
Trabalhou na embaixada inglesa até aposentar-se, em 1980. Não
teve filhos, o marido abandonou-a em 1970. Freqüentou
importante roda de intelectuais cariocas e colaborou com
algumas revistas literárias, sem alcançar notoriedade. Agora
vive refugiada em Santa Tereza. Continua escrevendo, enquanto
aguarda o reconhecimento do seu fugaz
talento.
|
|
|